Infertilidade Conjugal

Ginecologia e Obstetrícia


O que é?

A investigação da infertilidade conjugal é um processo estruturado que busca identificar, de forma objetiva e precisa, as causas que dificultam a concepção. Esse estudo envolve a análise conjunta da saúde reprodutiva da mulher e do homem, já que fatores masculinos e femininos contribuem de maneira semelhante para os casos de infertilidade.


A avaliação inicial inclui história clínica detalhada, mapeamento do ciclo menstrual, análise de hábitos de vida e identificação de possíveis condições prévias — como cirurgias, infecções, doenças inflamatórias ou endócrinas. Em seguida, são solicitados exames que avaliam a função ovariana, o padrão ovulatório, a anatomia interna da pelve, a permeabilidade tubária e os parâmetros do sêmen.


O Dr. Carlos Henrique de Souza Ribeiro, especialista em infertilidade conjugal, orienta o casal desde a primeira consulta, explicando cada etapa da investigação e construindo um planejamento reprodutivo baseado em evidências. O objetivo é esclarecer as reais possibilidades de gestação e indicar os tratamentos mais adequados para cada cenário.

Quando buscar um profissional desta área?

As causas da infertilidade são variadas e, muitas vezes, coexistem no mesmo casal. Entre as condições mais frequentes que comprometem a gestação, destacam-se:

  • Alterações ovulatórias, como Síndrome dos Ovários Policísticos
  • Endometriose em diferentes estágios
  • Miomas uterinos que deformam a cavidade
  • Obstrução ou lesões nas trompas
  • Diminuição da reserva ovariana
  • Alterações no sêmen, como baixa concentração, motilidade ou morfologia alterada
  • Distúrbios hormonais, como hiperprolactinemia ou disfunções da tireoide


Além da investigação clínica, é fundamental avaliar mulheres que precisarão passar por tratamentos cirúrgicos e desejam engravidar. Algumas técnicas, quando realizadas sem planejamento reprodutivo, podem comprometer a fertilidade futura ao reduzir a reserva ovariana, causar aderências ou alterar a funcionalidade das trompas.


Por isso, a abordagem deve considerar não apenas o tratamento da doença de base, mas também o impacto na capacidade reprodutiva. Técnicas minimamente invasivas, como laparoscopia ou robótica, permitem preservar melhor a anatomia e a função reprodutiva, favorecendo resultados mais seguros ao casal.

Benefícios

A preservação da fertilidade é um recurso valioso para mulheres que desejam adiar a maternidade ou que convivem com doenças que podem comprometer a função reprodutiva ao longo do tempo. As principais técnicas disponíveis incluem:

  • Criopreservação de óvulos
  • Criopreservação de embriões
  • Congelamento de tecido ovariano (em situações específicas)


Esses métodos oferecem a possibilidade real de gestação futura com material genético preservado em sua melhor fase reprodutiva.


A promoção da fertilidade também envolve o cuidado com condições que prejudicam a concepção. Entre elas:

  • Endometriose, que pode afetar ovulação, trompas e ambiente pélvico
  • Miomas submucosos ou intramurais, que interferem na implantação embrionária
  • SOP, que altera a qualidade ovulatória
  • Inflamações pélvicas, que comprometem a função tubária
  • Baixa reserva ovariana, que exige estratégias rápidas e direcionadas


Agir precocemente nessas situações aumenta significativamente as chances de uma gestação natural ou assistida. A orientação adequada permite ao casal compreender riscos, possibilidades e caminhos terapêuticos fundamentados nos avanços da medicina reprodutiva.

Como é o atendimento?

A investigação da infertilidade começa pela escuta clínica detalhada, essencial para compreender a trajetória do casal, o tempo de tentativas, sintomas associados e eventuais fatores que possam estar interferindo na concepção. Esse é um momento decisivo, pois direciona todo o processo diagnóstico.


Durante a consulta, são avaliados:

  • Padrão menstrual e ovulatório
  • Histórico ginecológico e obstétrico
  • Cirurgias prévias
  • Presença de dor pélvica, dismenorreia ou dispareunia
  • Uso de medicamentos
  • Hábitos de vida e fatores ambientais


Com essas informações, monta-se um plano investigativo objetivo, que pode incluir exames laboratoriais, ultrassonografia transvaginal, histerossalpingografia, ressonância, laparoscopia diagnóstica ou avaliação seminal. As condutas são baseadas em diretrizes atualizadas e adaptadas às necessidades individuais.


A partir da análise integrada dos resultados, define-se o melhor caminho terapêutico, que pode envolver mudanças de estilo de vida, tratamentos hormonais, correções cirúrgicas, terapias minimamente invasivas ou técnicas de reprodução assistida. O foco é oferecer clareza, segurança e previsibilidade ao casal que busca realizar o desejo de ter um filho.

Dr. Carlos Henrique Ribeiro

Ginecologia e Obstetrícia | CRM-SP: 80386 | RQE: 92.527


Dr. Carlos Henrique de Souza Ribeiro é um ginecologista obstetra com mais de 25 anos de experiência, graduado em medicina pela Universidade Federal do Pará. Com especialização em ginecologia obstetrícia e título de especialista pela Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia, ele se destaca na cirurgia ginecológica minimamente invasiva, oferecendo um atendimento de excelência às suas pacientes.


Sua carreira é marcada pela dedicação à saúde da mulher, com expertise em infertilidade conjugal e especialização na Santa Casa de São Paulo, além de uma pós-graduação em cirurgia robótica no renomado Einstein Hospital Israelita. Dr. Carlos já realizou mais de 10.000 procedimentos cirúrgicos, abordando desde patologias reprodutivas até condições que afetam a qualidade de vida, como endometriose e miomas.


Comprometido com a atualização constante, ele utiliza as mais avançadas tecnologias, incluindo a plataforma robótica Da Vinci, para garantir um atendimento diferenciado e acolhedor. Dr. Carlos Henrique se dedica a promover a saúde feminina, focando na prevenção de doenças e na preservação da fertilidade, sempre com um olhar atento às necessidades de suas pacientes.